domingo, 5 de junho de 2011

Meia-página III-A-II-3-b:

sábado, 4 de junho de 2011

A primeira meia-página do grupo de 5 seguinte (III-A-II-3-a):

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A última meia-página deste grupo de 5 - (III-A-II-2-e):

- Página 111:

- Página dupla 110-111:

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Parece que o blogger voltou à normalidade* e posso agora aqui partilhar a meia-página seguinte - (III-A-II-2-d):

Meia-página sobre a qual haveria muito a dizer mas tenho que voltar para a mesa de trabalho - a BD chama pelo seu fim!

Mas para ficarmos no âmbito, na órbita de Fernando Pessoa, aconselho-vos a espreitar as últimas opiniões críticas sobre recentes lançamentos pessoanos no blogue "Um Fernando Pessoa"...

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*: Ver comentários ao post anterior.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Meias-páginas III-A-II-2-b...

... e III-A-II-2-c:

Nestas duas m-p podem ler o essencial da reacção de Sá-Carneiro ao aparecimento de dois dos três heterónimos principais de Fernando Pessoa assim como ao "enredo" entre essas figuras*.

Para ilustrar essa relação de disciplulato, optei por inserir na segunda delas um excerto da primeira das cinco "Notas Para a Recordação do meu Mestre Caeiro" que F.P. escreverá e publicará no início dos anos 30 do século passado.

[^^^ Acima, uma edição da Teresa Rita Lopes das notas da "autoria" de Álvaro de Campos, éditas e inéditas à data: 1997 - um total de vinte e duas].

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*: Não há testemunho escrito quanto ao que o Mário pensava do Alberto Caeiro, o que é pena, já que ele revela um grande acerto crítico e ao mesmo tempo prefigura toda a ambiguidade que envolverá posteriormente e postumamente a recepção do "enredo" Alberto Ceiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A primeira meia-página do grupo de 5 seguinte (III-A-II-2-a):

Em baixo, a célebre fotografia de Guilherme de Santa-Rita (Pintor)...

... Vestido talvez com o mesmo «fato e boné (...) todo esculpido em trapo» a que Sá-Carneiro se refere em carta de 12 de Junho de 1914 a Fernando Pessoa.

Foi-me difícil desenhá-lo mas felizmente beneficiei da ajuda e correção da Catarina, que esboçou rapidamente o "fato todo de trapo esculpido" abaixo apresentadO:

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Página nº 109:

Página dupla 108-109:

terça-feira, 10 de maio de 2011

As duas últimas meias-páginas deste grupo de 5 :

^^^ III-A-II-1-d.

^^^ III-A-II-1-e.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A terceira meia-página deste grupo de 5 (III-A-II-1-c):

As odes futuristas apresentadas, os inícios de três delas, fazem parte das cinco odes referidas anteriormente, na BD e no blogue, e encontram-se no "Livro de Versos" editado pela Teresa Rita Lopes abaixo apresentado...


... e cuja última edição, melhorada penso eu, foi publicada pela Assírio&Alvim.
Aí também se encontram muitas elucidações sobre a inicial verve futurista de um Caeiro ainda em elaboração e o consequente aparecimento do Álvaro de Campos, decadentemente futurista.

No terceiro quadradinho a referência ao anti-clericalismo do oitavo poema de "O Guardador de Rebanhos" é baseada em dizeres do próprio Pessoa, anos mais tarde*, ao explicar porque não o publicára na revista "Atena": «por o que é de ofensivo para a Igreja Católica; nem isso convinha à "Athena", como publicação em geral, nem estava certo, sendo católico o Rui Vaz, director comigo da revista e proprietário dela». A referência a Guerra Junqueiro vem de uma ideia de Eduardo Lourenço a esse propósito.
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*: Carta a Joaõ Gaspar Simões de 3 de Dezembro de 1930.

O último quadradinho mostra o aparecimento do Ricardo reis (que será nomeado mais à frente) e estabelece a distinção entre este defensor do neo-paganismo português e o António Mora - também defensor desse desejado movimento de regeneração cultural. Este último é inspirado pelo "objectivismo pagão" de Caeiro (ver m-p anterior) e Reis é-o pelo "paganismo objectivista" do Mestre, oposto, como aí digo, ao panteísmo cristão de São Francisco de Assis, «um dos mais venenosos e traiçoeiros inimigos da mentalidade ocidental» como se deleita a escrever Fernando Pessoa, pouco antes de morrer, no texto celebratório dos vinte anos da revista "Orfeu" intitulado "Nós os de Orpheu".

terça-feira, 26 de abril de 2011

A meia-página seguinte (III-A-II-1-b) contém alguns elementos importantes que convém aqui comentar:

- O seu título é também o de um livro de poemas de Robert Browning, célebre poeta vitoriano (portanto bem do conhecimento de Pessoa), e é comum citar-se esse cultor do "monólogo dramático" no âmbito dos estudos pessoanos, quando se aborda o problema da despersonalização dramático-lírica, raiz do fenómeno da heteronímia (ver por ex. aqui uma das explicações do próprio F.P.).

No "Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português", a professora Mariana de Castro explica-nos que «Browning chegou a desejar criar poesia ainda mais despersonalizada, publicando obras sob diferentes máscaras e identidades de forma a ocultar a sua verdadeira autoria (...) "no other than one and the same individual"».

"Dramatis Personae" significa literalmente: "personagens do drama".

- No primeiro quadradinho o episódio da passagem a limpo do manuscrito de "O Guardador de Rebanhos" é representado segundo a descrição documental do processo feita por Ivo Castro - rascunhos em papéis soltos, primeira passagem a limpo dos primeiros poemas e segunda e final passagem a limpo, em quatro cadernos de papel almaço branco e pautado (ver aqui o original).

- A expressão "o glorioso poeta" é tirada de um dos excertos da falsa entrevista ao Alberto Caeiro, inicialmente residente em Vigo ("Poesia" de A.Caeiro, p. 197, Assírio&Alvim - Maio 2004).

- O poema "Casa a Casa" (que lembra, digo eu, Cesário Verde), de início atribuído a Caeiro, depois a Álvaro de Campos, é uma das "5 Futurist Odes" (citadas na m-p «Mas a minha tristeza é sossego»), conforme nos explica Richard Zenith no acima mencionado livro de poesia caeiriana.

- Nas minhas notas há a referência a um texto de António Mora com data de 9 de Março de 1914, intitulado "Teoria dos Deuses"...

- O pai de Sá-Carneiro foi de facto obrigado a ir trabalhar para Moçambique, mais precisamente em Lourenço Marques, e pode-se dizer que é a partir daí que a sua relação com o filho se vai complicar - monetariamente - levando este último, entre outras razões, a um desespero suicida (informação extraída do livro "A morte de Mário de sá-Carneiro", de João Pinto de Figueiredo).
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[^^^ Página nº 107].

[^^^ Página dupla nº 106-107].

domingo, 24 de abril de 2011

A primeira meia-página do grupo de 5 seguinte, o primeiro do ciclo de 15 seguinte, o segundo do primeiro conjunto de 45, do terceiro arco de 90 - (III-A-II-1-a):