sábado, 17 de julho de 2010

A segunda meia-página deste grupo de 5 (II-B-II-2-b):

Seguida da página 87:

... E da página dupla 86-87 do livro:

(Como disse no post anterior: difícil e desanimador, não fora a satisfação momentânea que advém da contemplação do trabalho que se vai realizando).

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A criança distraída que vemos na imagem acima apresentada é a razão que explica a demora entre a publicação do último post neste blogue e o de hoje, a mais longa até agora.

O que inicialmente me parecera uma boa ocasião para descansar da exagerada concentração e atenção aos mínimos detalhes cronológicos necessárias à realização desta obra, como já aqui referi, regida por um conjunto de regras rígidas que não permitem muita margem de manobra para posteriores correções, acabou por se revelar igualmente difícil e desanimador, não fora a satisfação (momentânea) que advém da contemplação do trabalho realizado.

A ideia surgiu depois da primeira versão escrita desta história ter sido acabada; versão essa a que faltava, como perpicazmente mo apontou Catarina Verdier, dar relevo à figura de Mário de Sá-Carneiro. Para tal contribuiu ela com a leitura da correspondência do poeta exilado em Paris com Fernando Pessoa, anotando com cuidado os dados que seriam essenciais a uma primeira abordagem, e descobrindo e dando-me a ler o seguinte livro, de 1983:

Tomou forma a ideia quando os também já aqui referidos grupos de 5 meias-páginas (ver o índice na barra lateral) me permitiram começar a medir, literalmente, esta história, tentando ver-lhe o fim.

Mas, chegado o momento de resumir em 5 m-p a vida do Mário até ao seu primeiro encontro com o Fernando nesta BD, a tarefa revelou-se árdua, complexa e acima de tudo desencorajante: tudo menos um descanso.

Bem, de qualquer forma, já está. Deixo-vos com a primeira m-p do segundo grupo de 5, do segundo ciclo de 15, do segundo conjunto de 45 do segundo arco de 90 - (II-B-II-2-a):

---------------------
«Os apelidos, como é de ver, não são ligados; mas, como ele assim os passou a escrever, assim devem ser mantidos no seu nome», como nos diz anonimamente (à data) Fernando Pessoa na "Tábua Bibliográfica" de Sá-Carneiro publicada na "Presença" em Novembro de 1928.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A página 86 do livro, a preto e branco:

... Meias-páginas II-B-II-1-d e II-B-II-1-e.

domingo, 13 de junho de 2010

ESTE MÊS, em Espinho:

Catarina Verdier expõe desenhos, dia 20 a 27, no FEST - Festival Internacional de Cinema Jovem.

sábado, 5 de junho de 2010

Versão melhorada das duas primeiras meias-páginas deste grupo de 5 (II-B-II-1-a e b):

E, de novo, as páginas 84 e 85 do livro aberto:

quinta-feira, 3 de junho de 2010

As duas meias-páginas seguintes deste grupo de 5 (II-B-II-1-b e c):

Seguidas das páginas 84 e 85 do livro:

Abaixo, o manuscrito do famoso poema tal como pode ser encontrado na recente Fotobiografia de Fernando Pessoa (já aqui mencionada), da autoria de Richard Zenith - na sua primeira versão:

A seguinte, a primeira de duas outras que virá a fazer (com uma mudança significativa no segundo verso), será publicada no número único da revista "A Renascença" (1914):

A terceira o será em 1924, na revista "Athena" onde, para além de revelar publicamente Ricardo Reis e Alberto Caeiro, F.P. dá uma mostra importante da sua produção lírica ortónima até à data:

... Nesta já não encontramos a conotação monástica do efeito do tanger de sino moroso na terceira estrofe, que já no poema de 19/03/1911 era caracterizado da seguinte forma: «Cada som [do sino] é um monge Na sua alva fria...».

(Ainda há que referir a troca no primeiro verso da última estrofe de «A cada tua pancada» por «A cada pancada tua» que acentua a musicalidade final do poema em detrimento do anterior efeito de repetição - com o terceiro verso da primeira estrofe: «Cada tua badalada»).

sexta-feira, 21 de maio de 2010

A primeira meia-página (a) do primeiro grupo de 5 m-p do segundo ciclo de 15, do segundo conjunto de 45 do segundo arco de 90 (II-B-II-1-a):

... Num total de 300 m-p, seguida das reproduções das primeiras páginas e das transcrições parciais de duas cartas endereçadas no início de 1911 a Fernando Pessoa pela sua mãe, e das quais selecionei as frases que, uma vez reorganizadas, preenchem o primeiro quadradinho da mesma:

... Tal como podem ser encontradas no livro abaixo apresentado, já aqui mencionado:

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A última meia-página (e) deste terceiro grupo de 5 (II-B-I-3-e):

quinta-feira, 13 de maio de 2010

As meias-páginas c e d deste grupo de 5 (II-B-I-3-c e d):

Seguidas das páginas 82 e 83 do livro:

Abaixo, um exemplo de quanto é trabalhoso escrever dois pequenos quadradinhos de texto (o verde e o azul):

Esforço este que não acaba com as incertezas já que o conteúdo pode a qualquer momento ser julgado insatisfatório* e obrigar o autor a reescrevê-lo em parte ou na totalidade, ainda para mais com a obrigação de o encaixar no espaço limitado disponível.

--------------------
*: Como já aconteceu, sendo que ainda existem casos divulgados neste blogue à espera de resolução.

domingo, 9 de maio de 2010

O quadradinho central da terceira meia-página deste grupo de 5 (II-B-I-3-c):

Seguido da cor da mesma m-p:

Quero também aqui partilhar (no seguimento do que fez o Nuno Hipólito no seu blogue o mês passado) o seguinte vídeo, onde poderão assistir a uma muito divertida e penetrante tradução/interpretação de um poema de Alberto Caeiro (o guardador de rebanhos que nunca gardou rebanhos):



Segue-se também o link para uma igualmente interessante entrevista que o referido pessoano conseguiu junto da acima apresentada poetisa canadiana, Erin Moure.