segunda-feira, 15 de março de 2010

A quarta meia-página deste ciclo (X-3-d):

E a quinta, última, m-p do mesmo ciclo (X-3-e):

Seguidas da página nº76 do livro:

domingo, 7 de março de 2010

A segunda meia-página deste ciclo (X-3-b):

A terceira m-p deste ciclo (X-3-c):

E a página 75 do livro:

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A primeira meia-página deste ciclo de 5 (X-3-a):

Seguida das reproduções dos aí referidos "jornais"...

... tal como podem ser encontrados na recente fotobiografia de Fernando Pessoa:

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Para ler em continuidade parte do trabalho final, aqui está o segundo grupo de 5 meias-páginas do terceiro ciclo de 15 m-p do primeiro conjunto de 45 do segundo arco de 90 - (II-A-III-2):

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A quarta meia-página deste ciclo (X-2-d):

Seguida da página nº74 do livro:

E da página dupla nº 73-74:

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A terceira meia-página deste ciclo (X-2-c):

[Nº: 143].

domingo, 31 de janeiro de 2010

A segunda meia-página deste ciclo de 5 (X-2-b):

... Sem palavras.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A primeira meia-página do ciclo seguinte (X-2-a):

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Para ler em continuidade parte do trabalho final, aqui está o primeiro grupo de 5 meias-páginas do terceiro ciclo de 15 m-p do primeiro conjunto de 45 do segundo arco de 90 - (II-A-III-1)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A última meia-página deste ciclo (X-1-e):

E sim, Camilo Pessanha falava chinês, como aliás se percebe pela capa de um livro reproduzida no penúlimo post cujo título é: "China - Estudos e Traduções".

Falava ele não só o chinês corrente, como também pretendia dominar o chinês escrito, o que era bastante mais complicado já que, segundo me é dado perceber, é necessário para isso decorar cinco mil carácteres!...
Segundo nos deixou escrito Danilo Barreiros, Pessanha conhecia somente três mil e quinhentos desses carácteres.

No livro acima apresentado (de 1999) podemos encontrar essa e mais informações sobre esse tema, assim como as traduções, e notas, de oito elegias chinesas, da responsabilidade do poeta auto-exilado em Macau (onde veio a falecer com 59 anos, minado pela tuberculose e pelo ópio), tarefa para a qual contou com a ajuda de um eminente sinólogo seu amigo (José Vicente Jorge).

E, com muito interesse acrescido, podemos também usufruir nesse livro das respectivas interpretações pictóricas (a óleo) da autoria do filho de uma sua aluna (no Liceu Português de Macau, que ajudou a fundar), Henriqueta Pacheco Jorge Barreiros (filha do referido sinólogo e esposa de Danilo Barreiros), de seu nome: Pedro Barreiros.

Deixo-vos com a sexta elegia: