segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A terceira meia-página deste ciclo (IV-3):

[Nota da colorista: o fundo negro foi pintado sem utilizar tinta preta - junção de várias cores.]

domingo, 24 de agosto de 2008

A segunda meia-página deste ciclo (IV-3):

sábado, 23 de agosto de 2008

Para ler em continuidade parte do trabalho final, aqui está o segundo grupo de 5 meias-páginas do terceiro ciclo de 15 m-p do primeiro conjunto de 45 do primeiro arco de 90 - (I-A-III-2):

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

A primeira meia-página do ciclo seguinte (IV-3):

(É a segunda vez que apresento o Fernando Pessoa a sonhar; a primeira vez foi na m-p intitulada "O jovem Fernando Pessoa").

sábado, 16 de agosto de 2008

Fernando Pessoa; entre génio e loucura:

Depois de editar os escritos de F.P. sobre génio e loucura em dois volumes (Edição Crítica, volume VII, Imprensa Nacional-Casa da Moeda), Jerónimo Pizarro decidiu elaborar "um retrato intelectual e artístico" do poeta que desse "ordem e significado a essa produção":

De facto, essa "biografia intelectual" é esclarecedora.
Gostava de partilhar aqui uma passagem que achei muito pertinente: «Qual a causa, qual o efeito? É o seu estado psíquico e o temor da loucura que o levam a procurar explicação nos livros, ou são os livros que o ajudam (...) a imaginar-se como um indivíduo? (...) A interpretação tradicional tem dado mais importância às crises espirituais e ao medo da loucura, que afligiram o poeta, do que às suas leituras, mas tem de dizer-se, para maior justiça, que isso se deve ao desconhecimento de que leituras fossem essas.» [Sublinhados meus, e quero lembrar-vos que, para F.P., o génio define-se essencialmente como inadaptação].

Estes três volumes têm também a particularidade de mostrar que Fernando Pessoa descobriu cedo e utilizou abundantemente "as potencialidades ficcionais de algumas patologias - da monomania à neurastenia", e mostra também que a explicação psicológica da sua heteronímia foi sendo desenvolvida ao longo dos anos, antes e depois de se dar, de facto.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

A última meia-página deste ciclo (IV-2):

Ciclo inteiramente dedicado ao escritor norte-americano Edgar Allan Poe, como já disse em posts anteriores...
Mas esta m-p não tem a ver com Poe?... Hum... "Ritos e Mistérios"?... O que será?

domingo, 27 de julho de 2008

A quarta meia-página deste ciclo (IV-2):

Edgar Allan Poe (19/01/1809 - 07/10/1849):

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Depois de adquirir a "Pessoana - Bibliografia Passiva, Selectiva e Temática" da autoria de José Blanco, senti de novo vontade de ir às bibliotecas procurar livros sobre Fernando Pessoa.
Um dos livros que requisitei é este "Os Dois Exílios":

... Cuja matéria foi também desenvolvida pelo Alexandre E. Severino no seu livro "Fernando Pessoa na África do Sul" que contém referências ao trabalho de H.D.Jennings, o que na altura me dispensou (pensei eu) de o ler.

É com algum remorso que só agora aqui encontro uma fotografia de um edifício de Durban, o "London Chambers" (que não aparece na Fotobiografia (de bolso) de Maria José de Lancastre editada pela Quetzal Editores), edifício este onde estava sediada a "Comercial School" que F.P. frequentou durante um ano, e ao qual se refere, e às suas colunas de ferro, numa carta jocosa e irónica endereçada a um colega* de curso (reproduzida no livro "Obra essencial de Fernando Pessoa - Cartas", e que não me lembro de ler nos volumes da "Correspondência", também da Assírio & Alvim... Ter-me-á faltado a referência visual?)
Igual remorso sinto ao perceber (ainda não li o livro) que nesta obra se transcreve, entre outras diversas e interessantes coisas, a polémica poética que opôs Fernando Pessoa, por C.R. Anon interposto, ao professor Haggar no jornal de Durban, incluindo a resposta satírica deste último ao anónimo "little man".

Reproduzo também as notas de Fernando no Exame intermédio (também disponíveis na Fotobiografia) - total: 1098 pontos.
Já agora, devo dizer sobre esta questão (a ida de F.P. para a universidade), que tenho seguido a abordagem que Ángel Crespo tornou para mim mais clara: não havendo universidade em África do Sul (conforme as pesquisas de Severino mostram) F.P. só poderia voltar para a Europa, se desejasse prosseguir os estudos, o que de facto fez.
No entanto tenho percebido em vários apontamentos biográficos recentes (Richard Zenith na cronologia publicada no volume "Escritos Autobiográficos, Automáticos e de Reflexão Pessoal" escreve «...[F.P.] abandona a High-School [em 1904]...» , e António Mega Ferreira no volume "Fazer pela vida" escreve por sua vez: «Porque voltou [F.P.] a Lisboa? Teria desistido de dar continuidade aos seus estudos em Durban? Terá sido equacionada a possibilidade de o enviar para a Cidade do Cabo, onde poderia seguir um curso superior?...» - tenho percebido, dizia eu, nestes apontamentos, uma mudança (de paradigma?) na abordagem a esta questão, o que tem como principal consequência a de eu não saber se tenho a "lição" bem estudada, ou não!...
Mas então... Havia ou não havia universidade em África do Sul? Poderia Fernando não ter abandonado a High-School?? Poderia ele ter continuado a frequentar as aulas no Liceu obtendo por isso equivalência em termos académicos?? Afinal, terei eu percebido tudo mal?
Já não sei, nem quero saber!... (É mentira; no entanto a B.D. vai se fazendo...)

* Colega com quem irá manter contacto durante vinte anos(!), segundo R. Zenith, segundo João Gaspar Simões, segundo... (Ah, a "selva" dos estudos pessoanos!...)

domingo, 20 de julho de 2008

A terceira meia-página deste ciclo (IV-2):

E um retrato mais consentâneo* com a fama do norte-americano Edgar Allan Poe...

*: ver post anterior.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

A segunda meia-página deste ciclo (IV-2):

E um retrato de Edgar Allan Poe, muito romântico, a Meditar sobre a sua Obra...