quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
A meia-página central deste ciclo de 5:
(Como o título indica, e no seguimento das primeiras m-p desta história, esta é a segunda apresentação "definidora" do nosso biografado, na sua "primeira adolescência" para utilizar as suas próprias palavras).

[A título de curiosidade, o original da cor do quadradinho do pesadelo, pela colorista/companheira de criação, Catarina Verdier, e o esboço a lápiz de cor, do 4º quadradinho, onde a solução encontrada para o fundo (as três faixas de cor) se revelou particularmente eficaz.]
(Como o título indica, e no seguimento das primeiras m-p desta história, esta é a segunda apresentação "definidora" do nosso biografado, na sua "primeira adolescência" para utilizar as suas próprias palavras).
[A título de curiosidade, o original da cor do quadradinho do pesadelo, pela colorista/companheira de criação, Catarina Verdier, e o esboço a lápiz de cor, do 4º quadradinho, onde a solução encontrada para o fundo (as três faixas de cor) se revelou particularmente eficaz.]
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
A segunda meia-página deste ciclo - a última em que o esboço não corresponde à versão final*:

[A título informativo, apresento-vos a ilustração na qual me baseei para "citar" Virgílio, tirada da edição da "Temas e Debates" das obras deste latino autor, traduzidas pelo Agostinho da Silva que, se me permitem a opinião, as escreveu como se a língua portuguesa fosse uma simples variante regional do latim, o que de facto foi; quero dizer que, salvo as obrigatórias diferenças, parece que, ao lê-las, o estamos a fazer na língua em que foram escritas.]
*As m-p que apresentarei em seguida foram realizadas, depois de muitas páginas de rabiscados devaneios, directamente a lápiz, na sua versão definitiva. Posso adiantar que as próximas três m-p foram inspiradas pelo poema "Un soir à Lima" onde Fernando Pessoa relembra poeticamente os seus tempos sul-africanos...

[A título informativo, apresento-vos a ilustração na qual me baseei para "citar" Virgílio, tirada da edição da "Temas e Debates" das obras deste latino autor, traduzidas pelo Agostinho da Silva que, se me permitem a opinião, as escreveu como se a língua portuguesa fosse uma simples variante regional do latim, o que de facto foi; quero dizer que, salvo as obrigatórias diferenças, parece que, ao lê-las, o estamos a fazer na língua em que foram escritas.]
*As m-p que apresentarei em seguida foram realizadas, depois de muitas páginas de rabiscados devaneios, directamente a lápiz, na sua versão definitiva. Posso adiantar que as próximas três m-p foram inspiradas pelo poema "Un soir à Lima" onde Fernando Pessoa relembra poeticamente os seus tempos sul-africanos...
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
A meia-página seguinte, a quarta deste ciclo (a 9ª deste 2º conjunto de 15, a 24ª até agora)...
... Foi baseada num episódio lido por acaso num número da revista Tabacaria (se bem me lembro) encontrado, também por acaso, numa pequena livraria; um testemunho indirecto de um suposto relato do próprio Pessoa, que retive na memória.

... Foi baseada num episódio lido por acaso num número da revista Tabacaria (se bem me lembro) encontrado, também por acaso, numa pequena livraria; um testemunho indirecto de um suposto relato do próprio Pessoa, que retive na memória.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
A segunda meia-página do segundo ciclo de 5 do 2º conjunto de 15:
Esta m-p foi das mais difíceis de realizar, como podem constatar pelas diferentes versões que apresento em seguida:
(Para além das dificuldades habituais- as quais, à semelhança do que fiz para o 1º ciclo de 5 m-p, explicarei mais detalhadamente noutra oportunidade- o grande obstáculo nesta m-p foi eu tomar consciência de que, independentemente de qualquer ideia pré-concebida, ou por conceber, quanto ao que terá representado para F.P. esta mudança para África do Sul (apoiando-me sempre nas opiniões, consagradas ou não, dos que me precederam [quer me lembre disso ou não]), eu não seria capaz de descobrir a "minha" verdade quanto ao desenrolar desta história, e consequentemente a forma de a apresentar, se eu não tivesse deixado completamente de lado qualquer influência "cinematográfica" ao narrar este episódio. [Ver a segunda versão da primeira tira apresentada a seguir.] Ironicamente, e tratando-se a banda-desenhada de um meio de criação completamente híbrido, o resultado parece um palco de teatro (com o mapa daquela parte do mundo que diz respeito a esta passagem a servir de pano de fundo), estratagema ao qual eu voltarei a recorrer.
Isto é: no único plano que me interessa neste momento, o da minha capacidade de expressão, fui capaz, não de ser influênciado, mas em vez disso, de influenciar, pelo menos a mim mesmo, já que esta disposição "teatral" da acção tornou-se uma ferramenta útil, e permitiu-me encenar numa só imagem vários aspectos relativos a esta mudança na vida do jovem Pessoa.) (O que não é inédito, até na minha banda-desenhada, já que a m-p intitulada "1893-1894" condensa também vários acontecimentos e significados, de forma visual.)
(Em cima^^^, a influência cinematográfica; em baixo os rabiscos que faço "à margem".)
Esta m-p foi das mais difíceis de realizar, como podem constatar pelas diferentes versões que apresento em seguida:
(Para além das dificuldades habituais- as quais, à semelhança do que fiz para o 1º ciclo de 5 m-p, explicarei mais detalhadamente noutra oportunidade- o grande obstáculo nesta m-p foi eu tomar consciência de que, independentemente de qualquer ideia pré-concebida, ou por conceber, quanto ao que terá representado para F.P. esta mudança para África do Sul (apoiando-me sempre nas opiniões, consagradas ou não, dos que me precederam [quer me lembre disso ou não]), eu não seria capaz de descobrir a "minha" verdade quanto ao desenrolar desta história, e consequentemente a forma de a apresentar, se eu não tivesse deixado completamente de lado qualquer influência "cinematográfica" ao narrar este episódio. [Ver a segunda versão da primeira tira apresentada a seguir.] Ironicamente, e tratando-se a banda-desenhada de um meio de criação completamente híbrido, o resultado parece um palco de teatro (com o mapa daquela parte do mundo que diz respeito a esta passagem a servir de pano de fundo), estratagema ao qual eu voltarei a recorrer. Isto é: no único plano que me interessa neste momento, o da minha capacidade de expressão, fui capaz, não de ser influênciado, mas em vez disso, de influenciar, pelo menos a mim mesmo, já que esta disposição "teatral" da acção tornou-se uma ferramenta útil, e permitiu-me encenar numa só imagem vários aspectos relativos a esta mudança na vida do jovem Pessoa.) (O que não é inédito, até na minha banda-desenhada, já que a m-p intitulada "1893-1894" condensa também vários acontecimentos e significados, de forma visual.)
(Em cima^^^, a influência cinematográfica; em baixo os rabiscos que faço "à margem".)
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